02.jan.2016

observo a sucessão dos dias e, apercebo-me do par de minutos que se anunciaram, horas no lazer, na escuta dos ecos e, voltou-se a nascer…

em todas as sucessões há um par, uma linhagem a ultrapassar, nada é de ninguém, e tudo vale só enquanto se cá estiver, depois… óh, depois, é uma comunhão, como eu e tu, e mais uns milhões.

e, tudo se passar, de igual, onde houver um bem, há igualmente um mal, a conjugação do imperativo de estar e não estar nos dois estados do ser: corpo e alma por viver

observar a sequência e deixar ir e andar até o infinito encontrar outro ímpar para que se possa mais somar que aderir

aceitar existir no positivo e negativo sem nada alterar, o que tiver de ser, não é fatídico, vem cá parar,

©ana’Carvalhosa

 

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