07.janeiro.2016

houve um tempo em que o tempo corria e não se tinha tempo no cabalístico momento o tempo corria predestinado ao tempo, só o tempo era preciso para que houvesse contagem… hoje não houve tempo para cronometrar o tempo …

fez-se prioridade deixar o tempo passar e quando acordasse… soubesse que havia passado o tempo, sem farpas espinhos ou agruras, nem lamentos, na continuação dos tempos, há sempre outros dias, outras épocas, outras eras…

houve um tempo em ser sete era um mistíco ser até lhe acrescentarem zeros depois ou antes que o filme role no tempo e venha outro e a soma de outros mais para completar o conjunto natural dos números e aprenderemos a ser mais e mais, na qualidade de sermos só nós e individuais…

©ana’Carvalhosa

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